DIA INTERNACIONAL DA MULHER

Os números de 2010

Os duendes das estatísticas do WordPress.com analisaram o desempenho deste blog em 2010 e apresentam-lhe aqui um resumo de alto nível da saúde do seu blog:

Healthy blog!

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Números apetitosos

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Os sites que mais tráfego lhe enviaram em 2010 foram google.com.br, google.pt, mail.yahoo.com, mail.live.com e search.babylon.com

Alguns visitantes vieram dos motores de busca, sobretudo por tomossíntese mamária, cisto na mama, tomossintese, dor no mamilo masculino e calcificações mamárias

Atracções em 2010

Estes são os artigos e páginas mais visitados em 2010.

1

DISTURBIOS MAMÁRIOS NO HOMEM outubro, 2007

2

DISTÚRBIOS DAS MAMAS outubro, 2007
7 comentários

3

ALTERAÇÕES BENIGNAS E MALIGNAS DAS MAMAS julho, 2008
4 comentários

4

EXERCÍCIOS PARA MULHERES MASTECTOMIZADAS julho, 2008
4 comentários

5

GLÂNDULA MAMÁRIA – ANATOMIA novembro, 2010

Falando sobre ORGULHO DE SER MULHER

Falando sobre NOSSA EQUIPE

LEI QUE PREVÊ MAMOGRAFIA AOS 40 ANOS NÃO DEVERÁ VIGORAR

 Cláudia Collucci
 
Festejada em todo o país pelas entidades pró-mama, a lei que entra em vigor a partir de desta quarta-feira (29) e que assegura a mamografia (exame que detecta o câncer de mama, o que mais mata as brasileiras) a todas as mulheres a partir de 40 anos poderá não ser cumprida. O Inca (Instituto Nacional de Câncer) alega que houve um erro de interpretação do texto da nova lei federal e que nada mudará quanto à indicação da mamografia no SUS. A lei não precisa de regulamentação.
 
As mulheres entre 50 e 69 anos –faixa etária em que o câncer tem mais incidência– continuam com o direito garantido ao exame, a cada dois anos. Na faixa dos 40 anos, elas são orientadas a fazer o exame clínico anual e, segundo o Inca, a mamografia só deve ser feita quando há indicação médica (histórico familiar de câncer). A mesma política é seguida em países da Europa. Nos EUA, o exame é recomendado a partir dos 40 anos.
 
A indicação da mamografia para mulheres jovens é controversa porque a incidência do câncer tende a ser menor –80 casos por 100 mil mulheres contra 120 casos por 100 mil por volta dos 50 anos. Se a lei fosse cumprida à risca, o SUS teria de absorver ao menos 9 milhões de mulheres na faixa dos 40 anos. Elas deveriam se somar a outras 10,3 milhões acima dos 50 anos –que já têm o direito, mas ainda enfrentam falhas no sistema para terem acesso ao exame.
 
A despeito da polêmica, a Femama (Federação Brasileira de Instituições Filantrópicas de Apoio à Saúde da Mama) organizou para hoje a distribuição de rosas e bexigas cor-de-rosa em várias capitais alertando as mulheres para o fato de que a mamografia aos 40 agora é lei.
"O texto deu margem a interpretações distintas e, se precisar ser mudado, vamos estudar isso. Toda brasileira, de qualquer idade, já tem garantido o acesso à mamografia no SUS, desde que tenha orientação médica", afirma Luiz Antonio Santini, diretor-geral do Inca.
 
Segundo ele, pesquisas mostram que o rastreamento populacional em mulheres de 40 a 49 anos não evidenciou redução significativa de mortalidade. Também indicaram efeitos adversos, como excesso de diagnóstico e tratamentos desnecessários em mulheres saudáveis nessa faixa etária.
 
A mastologista Maira Caleffi, presidente da Femama, discorda. Ela diz que há estudos que mostram que fazer o rastreamento entre os 40 e os 49 anos diminui a mortalidade em 20%. "A mulher tem que ir atrás do seu exame, é um direito dela."
 
Para Caleffi, há um benefício no rastreamento. "O diagnóstico precoce é a única forma de trazer impacto na sobrevida." "Focar a discussão no rastreamento aos 40 anos é um desserviço. Não há evidências científicas que justifiquem essa ampliação", rebate Santini. O Ministério da Saúde anunciou ontem investimentos na ordem de R$ 94 milhões para aumentar o número de exames de colo do útero (em 6,6% ao ano) e de mamografia (24,6% ao ano) no SUS.
 
Além disso, entrará em funcionamento em junho um banco de dados (Sismama) que vai monitorar o alcance de metas contra o câncer de mama. Reunirá dados como o nome e a idade da mulher, o tempo de espera e o estágio do tumor.
 
Fonte: Folha de São Paulo

DPI PARA CÂNCER DE MAMA – VOCÊ FARIA?

 
Por Mayana Zatz
Foi notícia de todos os jornais. "Nasce o primeiro bebê britânico sem o gene do câncer de mama." Na realidade, esse bebê, uma menina nascida na primeira semana de janeiro, foi selecionada para não ter uma mutação no gene BRCA1,  responsável por uma das formas hereditárias do câncer de mama, que já havia afetado várias mulheres da sua família. Isso não significa, infelizmente, que essa menina não corre risco de vir um dia a desenvolver câncer de mama ou outros tipos de tumores.
 
Qualquer mulher enfrenta risco
 
O risco de qualquer mulher vir a desenvolver um câncer de mama é de cerca de 10% a 12%. Basta viver o suficiente. Os especialistas concordam que a incidência tem aumentado mais do que seria de se esperar simplesmente pelo aumento da expectativa de vida. Por quê? Ainda não sabemos. Mudanças de comportamento, número de filhos, hábitos alimentares, ingestão de hormônios… São hipóteses a serem confirmadas, e ainda não há um consenso. Essas formas mais comuns de câncer, embora classificadas como doenças genéticas, não são hereditárias, ou seja, não são causadas por uma mutação em um gene específico transmitido diretamente de pais para filhos.
 
Diferença entre as formas mais comuns e hereditárias
 
Existem pelo menos dois genes bem caracterizados que causam as formas hereditária de câncer de mama – o BRCA1 e o BRCA2. A sigla BRCA vem do inglês breast cancer. Se uma mulher tiver uma mutação em um desses genes, o risco de que possa desenvolver câncer de mama passa de 10% – o risco que todas nós corremos – para 50% a 80%. Felizmente essas formas hereditárias correspondem a menos de 10% dos casos totais. Você só deve se preocupar com isso se houver vários casos de câncer de mama na sua família, geralmente de início precoce. Foi o caso do bebê britânico, tão alardeado pela imprensa mundial.
 
A mutação estava presente no pai
 
O pai da menina que acaba de nascer tinha uma história familiar de câncer de mama, com vários parentes de primeiro grau afetadas. O estudo molecular revelou que ele herdou a mutação no gene BRCA1 de sua mãe e, portanto, tem uma probabilidade de 50% de transmiti-la a seus descendentes. Uma filha que herdasse essa mutação teria um risco de entre 50% e 80% de vir no futuro a ter câncer de mama – um risco que esses pais não queriam correr. Como evitar? Resolveram recorrer ao diagnóstico pré-implantação, uma técnica da qual já falei em colunas anteriores.
 
O diagnóstico pré-implantação, ou DPI
 
Recordando: o DPI requer que o casal faça uma fertilização "in vitro", fora do útero. Quando o embrião tem oito células é possível retirar uma única célula e verificar se ela possui ou não a mutação. Se ela não estiver presente, não há risco e esse embrião pode ser implantado no útero. Não há risco, repito, para essa forma hereditária de câncer. Ou seja, ao invés de um risco de cerca de 50% a 80%, o risco de que essa menina venha a ter algum dia câncer de mama vai ser o mesmo da população em geral, aqueles 10%. A questão é: vale a pena submeter-se a esse procedimento com todas as implicações técnicas, éticas e emocionais sabendo-se que o risco, embora de 5 a 8 vezes menor, continua?
 
Ético ou não ético? Você o faria?
 
Só quem passou pelo drama de ver a mãe, avó, tias e outras parentes próximas morrerem precocemente pode avaliar o sofrimento que isso acarreta. A decisão de recorrer ao DPI para evitar a transmissão de uma mutação como essa não deve ser fácil. Em primeiro lugar, porque o risco continua. E em segundo, porque temos esperanças, e muitas, que em um futuro próximo seja possível curar o câncer. Mas esperanças não são garantia de nada. Hoje não podemos prometer nem estimar quando o câncer poderá ser curado. Submeter-se ao DPI e selecionar um embrião livre de uma mutação que causa câncer ou outras doenças ainda incuráveis, mesmo quando aprovado por comitês de ética, é uma decisão muito pessoal. E você, caro leitor, recorreria a um DPI nesse caso ou apostaria no destino?
 
Fonte: Veja
 

FELICIDADE DIMINUI RISCO DE CÂNCER DE MAMA

 
FELICIDADE DIMINUI RISCO DE CÂNCER DE MAMA DIZ ESTUDO
Mulheres que passam por eventos traumáticos têm mais chances de sofrer da doença.
- Uma pesquisa realizada por especialistas israelenses sugere que se sentir feliz e ter uma atitude positiva diante da vida pode ser uma arma eficaz na prevenção contra o câncer de mama.
 
A equipe, da Universidade de Ben-Gurion, afirma que mulheres que se dizem felizes têm menos chances de desenvolver a doença, enquanto as que viveram eventos traumáticos estão mais vulneráveis a desenvolver o tumor.
 
Os especialistas entrevistaram mais de 250 mulheres com idades entre 25 e 45 anos, diagnosticadas com câncer de mama.
 
As pacientes responderam a perguntas sobre sua atitude em relação à vida e se tinham passado por episódios tristes, como a morte de um membro da família ou outro acontecimento traumático.
 
Os resultados foram comparados com as de um outro grupo de voluntárias saudáveis.
 
Os cientistas observaram que as mulheres que se declararam mais otimistas tinham 25% menos chances de apresentar câncer de mama.
 
"Descobrirmos que o sentimento de felicidade e otimismo tem um efeito de proteção", disseram os pesquisadores.
 
Ainda segundo eles, um único evento traumático não influencia no desenvolvimento da doença, mais duas ou mais crises pessoais aumentam os riscos da doença em dois terços.
 
Os cientistas esclareceram que o fato de as entrevistas terem ocorrido pouco depois do diagnóstico pode ter levado as pacientes a darem respostas "mais nostálgicas e negativas sobre o seu passado".
 
Mas insistiram que vivenciar mais de um evento traumático é um fator de risco para o câncer de mama.
 
Os especialistas disseram, entretanto, que a ligação entre o estado mental e os sistemas imunológico e hormonal ainda não é clara e que outros estudos são necessários.
 
Pesquisas anteriores sugeriram que o estresse pode aumentar os níveis de estrogênio em mulheres, um hormônio que pode desencadear e alimentar o câncer.
 
Fonte: BBC Brasil

VITAMINA C PODE CONTER EVOLUÇÃO DE TUMORES

9/8/2008
 
Um grupo de pesquisadores dos Institutos Nacionais de Saúde americanos descobriu, em experiências com ratos, que injetar altas doses de vitamina C ajuda a reduzir o peso e o ritmo de crescimento dos tumores em vários tipos de câncer.
Isso porque os estudiosos implantaram três tipos de células de câncer agressivo em ratos de laboratório: tumores de ovário, pâncreas, e de cérebro. Os tumores dos ratos que receberam altas doses de vitamina C, conhecida também como ácido ascórbico, cresceram quase a metade que os dos roedores que não receberam injeções.
De acordo com o estudo, a vitamina C desempenha um papel crítico na saúde e uma deficiência prolongada dela causa escorbuto. Entre outras coisas, a vitamina C atua como um antioxidante que protege as células dos radicais livres.
Doses
 
No entanto, uma dose excessiva de vitamina pode impedir a assimilação do ácido ascórbico. Por isso, os cientistas o injetaram nas veias ou nas cavidades abdominais dos roedores com tumores de cérebro, ovários e pâncreas.
Desta maneira, puderam fornecer-lhes altas doses de ácido ascórbico de até quatro gramas por quilo de peso corporal por dia. Isto permitiu aos pesquisadores dos Institutos Nacionais de Saúde testar a idéia que o ácido ascórbico, quando injetado em dose alta, pode ter um efeito pró-oxidação, em vez da atividade antioxidante.
Segundo esta hipótese, os pró-oxidantes gerariam radicais livres e peróxido de hidrogênio, o que, segundo os cientistas, poderia matar as células do tumor.
Assim, os pesquisadores descobriram que as altas concentrações de ácido ascórbico tinham um efeito anticancerígeno em 75% das linhas de células de câncer testadas, e que não afetavam as normais. Eles mostraram ainda que estas altas concentrações de ácido ascórbico poderiam ser usadas em seres humanos.
 
Fonte: Agência Efe
 
 
 
 

DISTURBIOS MAMÁRIOS NO HOMEM

 

Distúrbios Mamários no Homem

 

 

 

Os distúrbios mamários raramente ocorrem no homem. Eles incluem a ginecomastia (aumento das mamas) e, menos comumente, o câncer de mama.

Ginecomastia A ginecomastia (aumento das mamas) no homem pode ocorrer durante a puberdade. Este aumento é normal e transitóriwo, durando alguns poucos meses a alguns anos. Alterações similares podem ocorrer na velhice. O aumento das mamas no homem também pode ser causado por certas doenças (sobretudo as doenças hepáticas), determinados tratamentos medicamentosos (p.ex., com hormônios sexuais femininos) e pelo uso de marijuana (maconha). Apenas em alguns casos, esta doença é decorrente de um desequilíbrio hormonal, o qual pode ser causado por raros tumores testiculares ou adrenais que produzem estrogênio. Quando este tipo de tumor é suspeitado, os testículos são examinados através da ultra-sonografia e as adrenais são examinadas através da tomografia computadorizada (TC) ou da ressonância magnética (RM). O aumento pode afetar uma ou ambas as mamas.

A mama aumentada pode ser sensível à palpação. Quando ela o é, a causa provável não é um câncer. A mastalgia (dor nas mamas) no homem, assim como na mulher, não é um sinal de câncer. Geralmente, nenhum tratamento específico é necessário. A ginecomastia geralmente desaparece de forma espontânea ou após a sua causa ser eliminada pelo tratamento da doença ou a interrupção da droga responsável.

Ainda não está claro se o tratamento hormonal é benéfico. A remoção cirúrgica do excesso de tecido mamário é eficaz, mas ela raramente é necessária. Uma nova técnica cirúrgica, na qual o tecido é removido através de um tubo de aspiração inserido através de uma pequena incisão, está se tornando cada vez mais popular. Esta técnica é algumas vezes seguida por uma cirurgia estética.

Câncer de Mama Os homens podem apresentar câncer de mama, mas as chances dele ocorrer são de apenas 1% em comparação às chances das mulheres. Pelo fato de ser incomum, ele raramente é suspeitado como causa dos sintomas, seja pelo homem que apresenta o câncer como pelo médico.

Conseqüentemente, o câncer de mama no homem com freqüência evolui até um estágio avançado antes de ser diagnosticado. O prognóstico é o mesmo que o de uma mulher com um câncer no mesmo estágio. O tratamento é praticamente o mesmo, exceto pelo fato da cirurgia conservadora ser raramente utilizada e a importância do tratamento medicamentoso ou da radioterapia não ter sido demonstrado.

A disseminação para outras partes do corpo é tratada com as mesmas drogas bloqueadoras de hormônios utilizadas para tratar o câncer de mama feminino ou com a orquiectomia (remoção dos testículos) para eliminar os hormônios que mantêm o crescimento do câncer. Alternativamente, uma combinação de drogas quimioterápicas pode ser utilizada.

 

 

 

 

 

Conseqüentemente, o tratamento, em especial quando ele produz efeitos colaterais desagradáveis, é com freqüência postergado até ela apresentar sintomas (dor ou outro desconforto) ou o câncer começar a piorar rapidamente. Uma mulher que apresenta dor ou outros sintomas incapacitantes é geralmente tratada com medicamentos bloqueadores de hormônios ou com quimioterapia para inibir o crescimento das células cancerosas em todo o corpo. No entanto, existem exceções.

Por exemplo, quando é detectada apenas uma área de câncer em um osso, após um longo tempo sem recorrência, o único tratamento utilizado pode ser a radioterapia sobre o osso. A radioterapia é o tratamento mais eficaz para o câncer ósseo, algumas vezes controlando-o durante anos. Além disso, ela também é eficaz no tratamento do câncer que se disseminou ao cérebro. Os medicamentos bloqueadores de hormônios são prescritos com mais freqüência que a quimioterapia, para as mulheres cujo câncer é sustentado pelo estrogênio e que não apresentam evidências de câncer por mais de 2 anos após o diagnóstico, ou cujo câncer não tem potência letal imediata.

Esses medicamentos são especialmente eficazes para as mulheres com 40 a 50 anos de vida e que ainda menstruam e produzem muito estrogênio, assim como para aquelas que já passaram da menopausa há pelo menos 5 anos. No entanto, nenhuma dessas orientações é absoluta. Como o tamoxifeno produz poucos efeitos colaterais, ele geralmente é o primeiro medicamento bloqueador de hormônios utilizado. Alternativamente, o médico pode realizar a cirurgia de remoção dos ovários ou a radioterapia para destrui-los, e para interromper a produção de estrogênio.

Quando o câncer volta a disseminar-se meses ou anos após ser suprimido por um medicamento bloqueador de hormônios, outras drogas bloqueadoras de hormônios podem ser tentadas. A aminoglutetimida é um medicamento bloqueador de hormônios amplamente utilizado no tratamento do câncer ósseo doloroso. A hidrocortisona, um hormônio esteróide, é geralmente administrada concomitantemente porque a aminoglutetimida inibe a produção natural de hidrocortisona (um hormônio essencial) pelo organismo. Recentemente, foram aprovadas novas drogas para o tratamento do câncer de mama similares à aminoglutetimida que não exigem o uso da hidrocortisona.

Esses novos medicamentos parecem ser tão eficazes quanto a aminoglutetimida. Os esquemas quimioterápicos mais eficazes incluem a ciclofosfamida, a doxorrubicina, o paclitaxel, o docetaxel, a vinorelbina e a mitomicina C. Essas drogas freqüentemente são utilizadas com medicamentos bloqueadores de hormônios. Os modificadores da resposta biológica são algumas vezes testados experimentalmente como tratamento do câncer de mama. Essas drogas são substâncias naturais, ou versões levemente modificadas de substâncias naturais que fazem parte do sistema imune do organismo.

Elas incluem os interferons, a interleucina- 2, as células assassinas ativadas por linfócitos, o fator de necrose tumoral e os anticorpos monoclonais. Essas drogas são administradas precocemente, antes de uma quimioterapia extensa, mas o seu papel no tratamento do câncer de mama ainda não foi estabelecido.

Doença de Paget do Mamilo

A doença de Paget do mamilo é um tipo de câncer de mama que se manifesta inicialmente como uma lesão do mamilo crostosa ou descamativa ou como uma secreção do mamilo. Como esta doença geralmente produz pouco desconforto, a mulher pode ignorá-la por um ano ou mais antes de procurar um médico.

Este geralmente estabelece o diagnóstico através de uma biópsia (remoção de um pequeno fragmento do tecido do mamilo para exame microscópico), mas, algumas vezes, simplesmente através do exame microscópico de um esfregaço da secreção do mamilo. Um pouco mais da metade das mulheres com este tipo de câncer também apresenta um nódulo palpável na mama.

A doença de Paget do mamilo pode ser localizada ou invasiva. Geralmente, uma mastectomia simples com remoção dos linfonodos é realizada. Menos comumente, a remoção do mamilo com uma quantidade do tecido normal circunvizinho é bem-sucedida. O prognóstico depende de quão invasivo e de quão volumoso é o câncer e dele ter ou não se disseminado para os linfonodos.

Cistossarcoma Filodes

O cistossarcoma filodes é um tipo relativamente raro de tumor de mama que pode ser canceroso. Esses tumores raramente disseminam-se para outras áreas, mas, após a remoção cirúrgica, eles tendem a reaparecer no mesmo local. O tratamento usual é a remoção do tumor e de uma ampla margem de tecido normal circunvizinho (excisão ampla). Quando o tumor é grande em relação à mama, uma mastectomia simples pode ser realizada.

 

FONTE: Manual Merck

CAMPANHA NACIONAL CONTRA CÂNCER DE MAMA

Campanha nacional contra câncer de mama começa segunda-feira
Publicado em 26.08.2007, às 06h15
 
A Sociedade Brasileira de Mastologia (SBM) estima que 53 mil novos
 casos de
câncer de mama vão surgir no país neste ano e que 12 mil pessoas podem
morrer. Para combater a doença, a entidade vai lançar na próxima
segunda-feira (27) uma campanha nacional, com ações de conscientização
popular em todo o país, como distribuição de panfletos explicativos e
palestras com especialistas.
No Rio de Janeiro, voluntários e médicos vão participar, durante todo o
 dia,
de um evento na Cinelândia, local de grande movimentação de pedestres
 no
centro da cidade, para chamar a atenção sobre a importância do
 diagnóstico
precoce. De acordo com a SBM, 90% dos casos detectados no estágio
 inicial
podem ser curados. Mas no Brasil, o índice é de apenas 60%.
Segundo o presidente da sociedade, Diógenes Basegio, as mulheres com
histórico familiar de ocorrência da doença devem ficar especialmente
atentas. “O histórico familiar é o fator de risco mais importante,
especialmente se o câncer ocorreu na mãe ou em uma irmã, se foi
 bilateral e
se foi desenvolvido antes da menopausa”.
A tradicional recomendação de que a mamografia seja realizada
 anualmente a
partir dos 40 anos continua válida, mas os médicos da SBM alertam para
 o
aumento da incidência entre jovens. Por isso, o ideal é fazer, além dos
 
exames clínicos, o toque da mama para detectar o aparecimento de nódulo
 ou
caroço. A estimativa é de que apenas 23% das brasileiras o façam.
 
Fonte: Agência Brasil
www.jc.com.br
 
 
 

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