Quimioterapia Oral

 

PORQUE FOI DESENVOLVIDA?

 

Para dar aos pacientes a liberdade de receberem o tratamento onde desejarem
Um dos objetivos de qualquer tratamento de quimioterapia é melhorar a qualidade de vida do paciente. Com a quimioterapia oral, ao se reduzir o tempo passado no hospital, os pacientes ficam com mais tempo para si próprios, para a família e os amigos.

Para tornar disponível aos pacientes um método de tratamento prático, que possa ser recebido na forma de comprimidos
Algumas formas de quimioterapia oral foram desenvolvidas como um método mais conveniente de tratar os pacientes, sem ser necessário recorrer a dispositivos como injeções ou bombas de infusão.

Como opção terapêutica em pacientes que tenham mostrado resistência a outros tipos de quimioterapia
Em alguns casos, apesar do tratamento, o câncer não se reduz e continua a se espalhar. Nessas circunstâncias, alguns medicamentos para quimioterapia oral são eficazes.

QUANDO UTILIZÁ-LA

 

A opção pela quimioterapia oral depende:

• Do tipo de câncer.

• Do grau de disseminação do câncer.

• De quais outros tratamentos foram feitos anteriormente.

 

O médico fornecerá as recomendações e opções que ajudarão o paciente a decidir sobre o tratamento mais adequado para o seu caso. Veja a seguir algumas situações em que a quimioterapia oral pode ser aplicada:

 

• Câncer de mama

• Câncer do cólon e de reto

• Câncer de pulmão

• Leucemia

• Leucemia Mielóide Crônica (LMC)

• Leucemia Linfocítica Crônica

• Leucemia Promielocítica Aguda (LPA)

• Leucemia Não Linfocítica Aguda (LNLA)

• Linfoma

• Linfoma Cutâneo de Células T

• Sarcoma de Kaposi

• Câncer de Próstata

• Mieloma Múltiplo

• Câncer de Ovário

• Tumores do Sistema Nervoso Central (por exemplo, tumores do cérebro)

 

 

CONTATO COM O MÉDICO

 

Apesar de poder receber o tratamento de quimioterapia oral em casa, o paciente continuará a ter consultas regulares com seu médico, para que este possa acompanhar a evolução do tratamento.

Lembre-se de que a quimioterapia pode provocar efeitos secundários graves. Por isso, o paciente deverá entrar em contato com seu médico sempre que tiver perguntas ou preocupações relacionadas com o tratamento ou com as reações adversas que possam se manifestar. Isso ajudará a assegurar que a situação não evolua para um problema grave. Se necessário, o médico efetuará ajustes na dosagem ou indicará outro medicamento para aliviar os sintomas.

Pergunte ao médico sobre o que deverá ser feito caso o paciente tenha alguma dúvida sobre uma reação adversa e não consiga entrar em contato com ele.

Se o paciente recebe quimioterapia oral em combinação com medicamento não oral, deverá ir ao hospital para receber essa parte do tratamento. A freqüência das consultas ao hospital dependerá do tratamento administrado.

REAÇÕES ADVERSAS

 

Como ocorre em todos os tipos de quimioterapia, existem algumas reações adversas associadas à quimioterapia oral. Entretanto, vale ressaltar que a quimioterapia oral apresenta menos reações adversas que a terapia intravenosa – por exemplo, queda de cabelo, a qual está relacionada à auto-estima dos pacientes. Contudo, cada organismo responde de forma diferente aos tratamentos, de modo que o tipo e a gravidade dessas reações adversas podem variar de pessoa para pessoa.

Veja abaixo os efeitos colaterais mais comuns do uso da quimioterapia oral:

•  Síndrome mão-pé (as palmas das mãos ou solas dos pés formigam, ficam dormentes, doloridos, inchados ou avermelhados), pele seca, com coceira ou descolorida; descamação e rachaduras nas unhas e queda de cabelos.

•  Cansaço, fraqueza, tontura, dor de cabeça, febre, dor (incluindo dor no peito, costas, articulações e músculos), problema para dormir e alterações do paladar.

•  Diarréia, náusea, vômitos, lesões na boca e garganta (estomatite), dor na região do estômago (dor abdominal), indisposição estomacal, constipação, perda de apetite e excessiva perda de água pelo organismo (desidratação). Esses efeitos colaterais são mais comuns em pacientes com mais de 80 anos.

Os efeitos colaterais podem variar se o paciente estiver utilizando a quimioterapia oral conjugada com outros medicamentos. Consulte a seção Dicas para conhecer algumas formas de como lidar com os efeitos colaterais.

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