Reconstrução Mamária

RECONSTRUÇÃO MAMÁRIA

 Introdução
Reconstrução com tecido autólogo
Reconstrução com implante de prótese
Reconstrução do mamilo/aréola
Mama contralateral
Referências Bibliográficas

Introdução

O câncer de mama é a neoplasia maligna mais comumente diagnosticada entre as mulheres, nos EUA, com uma incidência anual de 276.000 casos. Além disso, é importante causa de mortalidade, tendo sido responsável por aproximadamente 40.000 mortes, no ano de 2001, naquele país. Estima-se que, por volta dos 40 anos, uma em cada 250 mulheres terão diagnóstico de câncer de mama; enquanto aos 60 anos de idade, esse número chega a uma em cada 35 mulheres. Além disso, cabe lembrar suas importantes conseqüências nos campos social, psicológico e cultural.

O tratamento do câncer de mama envolve procedimentos cirúrgicos, associados a terapias adjuvantes (como a radioterapia) e, embora atualmente seja possível a realização de cirurgias menos agressivas, o impacto psicológico do tratamento pode ser devastador. Caso a mulher não seja submetida à reconstrução mamária, a presença da cicatriz da mastectomia ou a presença de deformidade da mama são fatores que a fazem lembrar-se constantemente do seu diagnóstico. E apesar de as pacientes reconhecerem que a mama reconstruída não é igual à mama perdida, elas acabam incorporando-a à sua visão do corpo, passando até mesmo a aceitá-la como sendo própria.

Nos últimos anos, a reconstrução mamária tem ganhado mais popularidade, principalmente devido a mudanças na conduta das pacientes e de seus médicos, bem como pelo reconhecimento dos benefícios psicossociais associados a essa terapia. No ano 2000, foram registrados cerca de 78.832 procedimentos de reconstrução mamária, representando um crescimento significativo, em comparação ao início da década de 90. Porém, a reconstrução continua sendo um procedimento sub-utilizado na abordagem das pacientes com câncer de mama.

Existem basicamente dois tipos de procedimento de reconstrução disponíveis:

• Implantes: de volume fixo ou expansível;

• Reconstrução com tecido autólogo.

Nesse artigo, abordaremos aspectos básicos referentes a esses procedimentos

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