INFORMAÇÕES DIVERSAS

Cientistas britânicos desenvolvem ovo "anticâncer"
19/1/2007
 
Da redação
Galinhas geneticamente modificadas que botam ovos com substâncias capazes de combater o câncer são a mais nova esperança de cura da doença. Desenvolvidas por cientistas ingleses, as aves recebem uma alimentação especial que possivelmente acaba produzindo as proteínas encontradas nas claras dos ovos.
As pesquisas ainda se estenderão, mas com este trabalho os cientistas esperam abrir caminho para a produção de remédios em larga escala e bem mais barato que os métodos tradicionais.
O jornal britânico "The Sunday Times" disse que experiências similares fracassaram porque as proteínas desaparecem após uma ou duas gerações de aves, contrariando os especialistas do projeto, que afirmam já ter cinco gerações de aves e ovos com proteína.
Fonte: Portal UOL
 
Cérebro pode criar novos neurônios
19/2/2007
 
Pesquisadores neozelandeses e suecos descobriram um tipo de célula no cérebro que se regenera de forma contínua
Os pesquisadores da Universidade de Auckland, Nova Zelândia, e da Academia Sahigrenska, na Suécia, mostraram que o cérebro ‘estoca’ células-tronco que migram para criar novas células que processam o olfato.
As células-tronco – que podem se conformar a diferentes tipos de tecido – ficam "em repouso" em cavidades chamadas ventrículos cerebrais.
Em ratos e camundongos, demonstrou-se que de lá elas viajam até o bulbo olfativo – a região do cérebro que registra cheiros – transformando-se em neurônios durante o trajeto.
Este mecanismo não havia demonstrado em humanos. Agora, os pesquisadores identificaram o tubo que continha células-tronco se transformando em neurônios durante o trajeto.
Os cientistas agora precisam descobrir como estas células conseguem chegar à parte certa do cérebro.
Especialistas afirmam que a descoberta, publicada na revista Science, abre espaço para pesquisas no tratamento de doenças do cérebro, como o mal de Alzheimer.
"Entender a biologia de células-tronco é essencial para estudar formas de reparar o cérebro em doenças neurodegenerativas como mal de Alzheimer", disse o professor Sebastian Brandner, chefe da divisão de neuropatologia no Instituto de Neurologia, University College em Londres.
"E é até possível que células-tronco sejam a fonte de alguns tumores no cérebro", ele afirmou.
 
Fonte: BBC Brasil
 
Dieta rica em fibras reduz risco de câncer de mama pela metade
24/1/2007
 
Mulheres que ainda não passaram pela menopausa e que comem grande quantidade de fibras podem ter o risco de câncer de mama reduzido pela metade, sugeriu estudo da Universidade de Leeds, na Grã-Bretanha.
 O estudo, com 35 mil mulheres, constatou que as mulheres que ingeriam 30 gramas de fibra por dia tinham a metade do risco daquelas que ingeriam menos de 20 gramas.
 Os pesquisadores recomendam às mulheres que aumentem sua ingestão diária de fibras.
 Especialistas disseram que o estudo divulgado no International Journal of Epidemiology traz mais evidências dos benefícios de uma dieta saudável.
 Os britânicos ingerem em média 12 gramas de fibra por dia.
 Para consumir, 30 gramas de fibra, uma pessoa precisa comer um cereal de alta concentração de fibras no café da manhã; trocar o pão branco ou de centeio por pão integral e certificar-se de que está ingerindo cinco porções de frutas, verduras e legumes por dia.
 Dietas diversas
 Uma equipe do Centro de Epidemiologia e Bioestatística da Universidade de Leeds monitorou os hábitos alimentares e a saúde de mais de 35 mil mulheres por sete anos.
 Elas tinham idades de 35 a 69 anos no início do estudo. Sua dieta foi avaliada através de um questionário que incluía 217 tipos de alimento.
 Ao contrário de outros estudos sobre a ingestão de fibra e o risco de câncer de mama, as mulheres participantes tinham toda uma gama de dietas, inclusive grupos que eram totalmente vegetarianos ou que não comiam carne vermelha.
 Pouco menos de 16 mil mulheres não haviam passado pela menopausa ao participarem do estudo.
 Um total de 257 mulheres que não haviam passado pela menopausa desenvolveu câncer de mama durante o estudo, que foi financiado, inicialmente, pelo Fundo Mundial de Pesquisa do Câncer.
 Eram mulheres que tinham uma maior porcentagem de sua energia proveniente de proteínas e menor ingestão de fibras e vitamina C, em comparação às mulheres que não desenvolveram câncer.
 Mas o impacto não foi constatado no grupo de mulheres que já haviam passado pela menopausa, em que 350 tiveram câncer.
 Os pesquisadores dizem que isso pode ocorrer porque fibras afetam a forma como o organismo processa e regula o hormônio feminino estrógeno.
 Os níveis deste hormônio são mais elevados em mulheres que ainda não chegaram à menopausa.
 Janet Cade, líder da pesquisa, disse: "Nosso estudo não encontrou um efeito protetor no grupo mais velho, mas evidências significativas de uma ligação em mulheres antes da menopausa."
 A pesquisadora acrescentou ainda que mulheres com peso acima da média e que passaram pela menopausa têm um risco maior de câncer de mama. "O seu peso pode ser preponderante em relação a outros efeitos como os benefícios das fibras."
 Ed Yong, da Pesquisa do Câncer da Grã-Bretanha, disse: "Nós já recomendamos a adoção de uma dieta rica em fibras para reduzir o risco de câncer no intestino. "Este estudo sugere que ela pode ajudar a proteger contra câncer de mama nas mulheres mais jovens também."
 "Até agora, as evidências de que fibra pode reduzir o risco de câncer de mama eram inconsistentes", acrescentou.
 
Fonte: BBC Brasil
 
Antidepressivos podem diminuir densidade óssea
24/1/2007
 
Adultos com mais de 50 anos que usam um tipo de antidepressivo teriam o dobro do risco de fraturas, segundo um estudo.
 Pesquisadores canadenses se concentraram em um grupo de medicamentos que inclui o Prozac e o Seroxat.
 O estudo, publicado na revista científica Archives of Internal Medicine, afirmou que o uso destes antidepressivos está ligado a um maior número de quedas e a uma redução da densidade óssea.
 Especialistas britânicos afirmam que são necessárias mais provas para confirmar a ligação entre estes antidepressivos e risco de fraturas.
 A equipe da Universidade McGill, em Montreal, estudou cinco mil pessoas acima de 50 anos durante cinco anos.
 
Densidade
 
Os pesquisadores analisaram o uso deste tipo de antidepressivo, densidade mineral dos ossos na espinha lombar e quadril e o número que quedas que as pessoas sofreram.
 Os pesquisadores descobriram que 137, com uma idade média de 65 anos, usavam os antidepressivos diariamente.
 Foi descoberto que estas pessoas tinham o dobro de risco de quedas, com ferimentos afetando principalmente o cotovelo, tornozelo, pé e quadril.
 Quanto maior a dose de antidepressivos, maior o risco de quedas, segundo a pesquisa.
 E os que tomavam este grupo de antidepressivo apresentaram 4% menos densidade mineral óssea no quadril do que aqueles que não consumiam diariamente e uma diminuição de 2,4% na espinha lombar.
 
Serotonina
 
A serotonina – cujos níveis são alterados por este grupo de antidepressivos – é um elemento químico que tem um papel muito importante no humor.
 Mas os receptores e transportadores de serotonina também foram encontrados em células ósseas, onde eles influenciariam a formação de ossos.
 Os autores, liderados por Brent Richards, afirmaram que "pessoas idosas têm risco maior de desenvolver osteoporose e depressão".
 "O uso diário deste grupo de antidepressivos para tratamento da depressão podem aumentar o risco de fratura subseqüente. Estes riscos precisam ser equilibrados com os benefícios ganhos pelo tratamento de depressão."
 A equipe de pesquisadores afirmou que, devido ao uso deste grupo de antidepressivos na população em geral e entre idosos em particular, são necessários mais estudos para confirmar as descobertas.
 "Aqui está mais prova de que medicamentos psiquiátricos podem ter custos significantes para aqueles que consomem estes remédios", disse Sophie Corlett, da organização de caridade britânica que lida com problemas psiquiátricos Mind.
 "Enquanto este foi um grande estudo, apenas um pequeno número de pesquisados tomavam estes medicamentos e são necessárias mais provas para confirmar as descobertas", disse uma porta-voz da Sociedade Nacional Britânica de Osteoporose.
 
Fonte: BBC Brasil

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