PERGUNTAS FREQUENTES

1 –  Quais são as fases do câncer?
 
O câncer tem quatro fases ou estágios. A fase I é a inicial, quando o tumor está localizado e não comprometeu tecidos adjacentes. As fases II e III são consideradas intermediárias e acontecem quando o tumor se estendeu a estruturas próximas. Na fase IV, o câncer se espalhou para outros órgãos, caracterizando metástase.
   
 
2 –  O câncer é contagioso?
 
Não. Pessoas com câncer não oferecem risco de contaminação a quem convive com elas.
   
 
3 –  Crianças também podem ter câncer?
 
 Sim. As crianças representam 2% dos casos de câncer e essa é a quarta causa de mortalidade infantil.
   
 
4 –  Que tipos de câncer são mais comuns em crianças?
 
Os tipos de câncer mais comuns em crianças são leucemia, linfoma, neuroblastoma, tumor cerebral, tumor renal, sarcomas ósseos e sarcomas de partes moles.
   
 
5 –  É possível prevenir o câncer?
 
É possível diminuir o risco de ocorrência de alguns tipos de câncer com a adoção de hábitos de vida saudáveis. Dieta rica em fibras e pobre em gorduras ajuda a prevenir entre outros o câncer colorretal. Evitar o fumo reduz o risco de câncer de pulmão, esôfago, pâncreas e bexiga. O câncer de pele pode ser evitado precavendo-se contra a excessiva exposição ao sol e com o uso constante de protetor solar.
   
 
6 –  O câncer é impeditivo para se freqüentar a praia?
 
Não, desde que o paciente tome os cuidados que, por sinal, são indicados para toda a população, ou seja, evitar os horários de sol forte, manter-se protegido com filtro solar e bonés e cuidar de sua hidratação, bebendo bastante líquido. Recomenda-se também bastante atenção com as condições de higiene ao seu redor.
   
 
7 –  Há medicamentos que podem causar câncer?
 
Alguns medicamentos, usados em situações inadequadas, podem desencadear a formação de tumores ou predispor o organismo a desenvolver câncer. Por isso, deve-se evitar a auto-medicação, já que alguns desses medicamentos são de uso bastante comum. Somente o médico pode avaliar que medicamentos são os mais indicados para cada paciente e orientar esse paciente em relação aos riscos e benefícios de cada medicamento prescrito para ele.
   
 
8 –  A prática de atividade física está liberada para o paciente com câncer?
 
O paciente com câncer pode e deve fazer exercícios, desde que não haja excessos e ele tenha a devida orientação médica.
   
 
9 –  Pacientes com câncer têm direitos especiais?
 
A legislação brasileira assegura alguns direitos específicos para pessoas com câncer, como auxílio doença, saque do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) e PIS/Pasep, acesso a determinados medicamentos, entre outros. Em geral, grupos de apoio a pacientes e familiares estão estruturados para fornecer informações detalhadas sobre o assunto e, em alguns casos, oferecer orientação jurídica quando necessário.
   
 
10 –  É possível prevenir o câncer de mama?
 
Sim. A prevenção do câncer de mama é feita com uma dieta pobre em gorduras, livrando-se do cigarro, realizando mensalmente auto-exames da mama e conversando com seu médico sobre a realização de exames de mamografia anuais a partir dos 40 anos de idade.
   
 
11 –  Amamentar ajuda a prevenir o câncer de mama?
 
Sim. O Aleitamento materno pode reduzir o risco de câncer de mama.
   
 
12 –  O câncer impede a amamentação?
 
A partir do momento em que comece a fazer o tratamento de combate ao câncer, a mãe deve interromper a amamentação porque o tratamento medicamentoso – hormonioterapia e quimioterapia – e a radioterapia oferecem riscos ao bebê.
   
 
13 –  Próteses de silicone dificultam a detecção do câncer de mama?
 
Sim. A prótese de silicone pode ser um complicador para o diagnóstico de mama por meio da mamografia. A alternativa é a complementação desse exame com uma ultra-sonografia ou, em casos específicos, com uma ressonância magnética.
   
 
14 –  Implantes de poliuretano feitos na mama podem causar câncer?
 
Não. A Food and Drug Administration, dos Estados Unidos, passou a desconsiderar essa possibilidade após a publicação, em 1995, de estudos que descartaram a tese de que o componente químico liberado pelo poliuretano – o TODA (toluenediamina)
   
 
15 –  Qual a influência do implante de mama no tratamento do câncer?
 
O implante de mama não torna a mulher mais suscetível a desenvolver câncer. Há estudos apontando que mulheres mastectomizadas que optaram pela reconstrução mamária conseguiram maior sobrevida.
   
 
16 –  Como se pode prevenir o câncer colorretal?
 
Adotar hábitos saudáveis de vida ajuda a prevenir uma série de doenças, como diabetes, hipertensão e, também, o câncer colorretal. Alimentar-se de forma balanceada, com base em fibras, verduras, legumes, frutas e pouca gordura, praticar atividades físicas e não fumar, são a chave para reduzir o risco do câncer colorretal.
   
 
17 –  A quimioterapia provoca dor?
 
 A quimioterapia intravenosa pode causar dor no momento de sua aplicação, tanto no local de aplicação como no trajeto das veias por onde o medicamento passa. O incômodo pode ser eliminado com a redução da velocidade de infusão ou a adoção de quimioterapia oral nos casos em que se fizer possível.
   
 
18 –  Quais são os principais efeitos colaterais da quimioterapia?
 
As reações provocadas pela quimioterapia dependem do tipo de medicamento utilizado e também de cada organismo. Em geral, podem ser vômito, diarréia, mucosite (ferimentos em volta da boca) e perda de cabelo.
   
 
19 –  Quem faz quimioterapia sofre alguma restrição alimentar?
 
Como em qualquer outra situação, a alimentação do paciente em tratamento quimioterápico deve ser saudável e equilibrada. Em momentos em que o paciente sofra náuseas, vômitos ou diarréia, é recomendável uma alimentação leve e suave, de digestão mais fácil.
   
 
20 –  É possível consumir bebida alcoólica?
 
É sempre recomendável que se evitem bebidas alcoólicas, principalmente no período em que o paciente estiver fazendo quimioterapia. O álcool pode agravar os efeitos colaterais do tratamento, aumentando a ocorrência de náusea e vômitos.
   
 
21 –  Gestantes podem fazer quimioterapia?
 
Até o terceiro mês de gravidez a quimioterapia pode interferir na formação do feto e provocar aborto. Após esse período, a quimioterapia perde a capacidade de alterar o feto, mas não a de ocasionar o nascimento de um bebê com baixo peso. Permanece também o risco de provocar aborto.
   
 
22 –  A hormonioterapia provoca efeitos colaterais?
 
Os principais efeitos da hormonioterapia são ganho de peso e sensação de ondas de calor.
 

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