DIA INTERNACIONAL DA MULHER

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Os números de 2010

Os duendes das estatísticas do WordPress.com analisaram o desempenho deste blog em 2010 e apresentam-lhe aqui um resumo de alto nível da saúde do seu blog:

Healthy blog!

O Blog-Health-o-Meter™ indica: Mais fresco do que nunca.

Números apetitosos

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Um Boeing 747-400 transporta 416 passageiros. Este blog foi visitado cerca de 4,800 vezes em 2010. Ou seja, cerca de 12 747s cheios.

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The busiest day of the year was 18 de outubro with 130 views. The most popular post that day was DISTURBIOS MAMÁRIOS NO HOMEM.

De onde vieram?

Os sites que mais tráfego lhe enviaram em 2010 foram google.com.br, google.pt, mail.yahoo.com, mail.live.com e search.babylon.com

Alguns visitantes vieram dos motores de busca, sobretudo por tomossíntese mamária, cisto na mama, tomossintese, dor no mamilo masculino e calcificações mamárias

Atracções em 2010

Estes são os artigos e páginas mais visitados em 2010.

1

DISTURBIOS MAMÁRIOS NO HOMEM outubro, 2007

2

DISTÚRBIOS DAS MAMAS outubro, 2007
7 comentários

3

ALTERAÇÕES BENIGNAS E MALIGNAS DAS MAMAS julho, 2008
4 comentários

4

EXERCÍCIOS PARA MULHERES MASTECTOMIZADAS julho, 2008
4 comentários

5

GLÂNDULA MAMÁRIA – ANATOMIA novembro, 2010

Falando sobre ORGULHO DE SER MULHER

Falando sobre NOSSA EQUIPE

LEI QUE PREVÊ MAMOGRAFIA AOS 40 ANOS NÃO DEVERÁ VIGORAR

 Cláudia Collucci
 
Festejada em todo o país pelas entidades pró-mama, a lei que entra em vigor a partir de desta quarta-feira (29) e que assegura a mamografia (exame que detecta o câncer de mama, o que mais mata as brasileiras) a todas as mulheres a partir de 40 anos poderá não ser cumprida. O Inca (Instituto Nacional de Câncer) alega que houve um erro de interpretação do texto da nova lei federal e que nada mudará quanto à indicação da mamografia no SUS. A lei não precisa de regulamentação.
 
As mulheres entre 50 e 69 anos –faixa etária em que o câncer tem mais incidência– continuam com o direito garantido ao exame, a cada dois anos. Na faixa dos 40 anos, elas são orientadas a fazer o exame clínico anual e, segundo o Inca, a mamografia só deve ser feita quando há indicação médica (histórico familiar de câncer). A mesma política é seguida em países da Europa. Nos EUA, o exame é recomendado a partir dos 40 anos.
 
A indicação da mamografia para mulheres jovens é controversa porque a incidência do câncer tende a ser menor –80 casos por 100 mil mulheres contra 120 casos por 100 mil por volta dos 50 anos. Se a lei fosse cumprida à risca, o SUS teria de absorver ao menos 9 milhões de mulheres na faixa dos 40 anos. Elas deveriam se somar a outras 10,3 milhões acima dos 50 anos –que já têm o direito, mas ainda enfrentam falhas no sistema para terem acesso ao exame.
 
A despeito da polêmica, a Femama (Federação Brasileira de Instituições Filantrópicas de Apoio à Saúde da Mama) organizou para hoje a distribuição de rosas e bexigas cor-de-rosa em várias capitais alertando as mulheres para o fato de que a mamografia aos 40 agora é lei.
"O texto deu margem a interpretações distintas e, se precisar ser mudado, vamos estudar isso. Toda brasileira, de qualquer idade, já tem garantido o acesso à mamografia no SUS, desde que tenha orientação médica", afirma Luiz Antonio Santini, diretor-geral do Inca.
 
Segundo ele, pesquisas mostram que o rastreamento populacional em mulheres de 40 a 49 anos não evidenciou redução significativa de mortalidade. Também indicaram efeitos adversos, como excesso de diagnóstico e tratamentos desnecessários em mulheres saudáveis nessa faixa etária.
 
A mastologista Maira Caleffi, presidente da Femama, discorda. Ela diz que há estudos que mostram que fazer o rastreamento entre os 40 e os 49 anos diminui a mortalidade em 20%. "A mulher tem que ir atrás do seu exame, é um direito dela."
 
Para Caleffi, há um benefício no rastreamento. "O diagnóstico precoce é a única forma de trazer impacto na sobrevida." "Focar a discussão no rastreamento aos 40 anos é um desserviço. Não há evidências científicas que justifiquem essa ampliação", rebate Santini. O Ministério da Saúde anunciou ontem investimentos na ordem de R$ 94 milhões para aumentar o número de exames de colo do útero (em 6,6% ao ano) e de mamografia (24,6% ao ano) no SUS.
 
Além disso, entrará em funcionamento em junho um banco de dados (Sismama) que vai monitorar o alcance de metas contra o câncer de mama. Reunirá dados como o nome e a idade da mulher, o tempo de espera e o estágio do tumor.
 
Fonte: Folha de São Paulo

DPI PARA CÂNCER DE MAMA – VOCÊ FARIA?

 
Por Mayana Zatz
Foi notícia de todos os jornais. "Nasce o primeiro bebê britânico sem o gene do câncer de mama." Na realidade, esse bebê, uma menina nascida na primeira semana de janeiro, foi selecionada para não ter uma mutação no gene BRCA1,  responsável por uma das formas hereditárias do câncer de mama, que já havia afetado várias mulheres da sua família. Isso não significa, infelizmente, que essa menina não corre risco de vir um dia a desenvolver câncer de mama ou outros tipos de tumores.
 
Qualquer mulher enfrenta risco
 
O risco de qualquer mulher vir a desenvolver um câncer de mama é de cerca de 10% a 12%. Basta viver o suficiente. Os especialistas concordam que a incidência tem aumentado mais do que seria de se esperar simplesmente pelo aumento da expectativa de vida. Por quê? Ainda não sabemos. Mudanças de comportamento, número de filhos, hábitos alimentares, ingestão de hormônios… São hipóteses a serem confirmadas, e ainda não há um consenso. Essas formas mais comuns de câncer, embora classificadas como doenças genéticas, não são hereditárias, ou seja, não são causadas por uma mutação em um gene específico transmitido diretamente de pais para filhos.
 
Diferença entre as formas mais comuns e hereditárias
 
Existem pelo menos dois genes bem caracterizados que causam as formas hereditária de câncer de mama – o BRCA1 e o BRCA2. A sigla BRCA vem do inglês breast cancer. Se uma mulher tiver uma mutação em um desses genes, o risco de que possa desenvolver câncer de mama passa de 10% – o risco que todas nós corremos – para 50% a 80%. Felizmente essas formas hereditárias correspondem a menos de 10% dos casos totais. Você só deve se preocupar com isso se houver vários casos de câncer de mama na sua família, geralmente de início precoce. Foi o caso do bebê britânico, tão alardeado pela imprensa mundial.
 
A mutação estava presente no pai
 
O pai da menina que acaba de nascer tinha uma história familiar de câncer de mama, com vários parentes de primeiro grau afetadas. O estudo molecular revelou que ele herdou a mutação no gene BRCA1 de sua mãe e, portanto, tem uma probabilidade de 50% de transmiti-la a seus descendentes. Uma filha que herdasse essa mutação teria um risco de entre 50% e 80% de vir no futuro a ter câncer de mama – um risco que esses pais não queriam correr. Como evitar? Resolveram recorrer ao diagnóstico pré-implantação, uma técnica da qual já falei em colunas anteriores.
 
O diagnóstico pré-implantação, ou DPI
 
Recordando: o DPI requer que o casal faça uma fertilização "in vitro", fora do útero. Quando o embrião tem oito células é possível retirar uma única célula e verificar se ela possui ou não a mutação. Se ela não estiver presente, não há risco e esse embrião pode ser implantado no útero. Não há risco, repito, para essa forma hereditária de câncer. Ou seja, ao invés de um risco de cerca de 50% a 80%, o risco de que essa menina venha a ter algum dia câncer de mama vai ser o mesmo da população em geral, aqueles 10%. A questão é: vale a pena submeter-se a esse procedimento com todas as implicações técnicas, éticas e emocionais sabendo-se que o risco, embora de 5 a 8 vezes menor, continua?
 
Ético ou não ético? Você o faria?
 
Só quem passou pelo drama de ver a mãe, avó, tias e outras parentes próximas morrerem precocemente pode avaliar o sofrimento que isso acarreta. A decisão de recorrer ao DPI para evitar a transmissão de uma mutação como essa não deve ser fácil. Em primeiro lugar, porque o risco continua. E em segundo, porque temos esperanças, e muitas, que em um futuro próximo seja possível curar o câncer. Mas esperanças não são garantia de nada. Hoje não podemos prometer nem estimar quando o câncer poderá ser curado. Submeter-se ao DPI e selecionar um embrião livre de uma mutação que causa câncer ou outras doenças ainda incuráveis, mesmo quando aprovado por comitês de ética, é uma decisão muito pessoal. E você, caro leitor, recorreria a um DPI nesse caso ou apostaria no destino?
 
Fonte: Veja
 

FELICIDADE DIMINUI RISCO DE CÂNCER DE MAMA

 
FELICIDADE DIMINUI RISCO DE CÂNCER DE MAMA DIZ ESTUDO
Mulheres que passam por eventos traumáticos têm mais chances de sofrer da doença.
– Uma pesquisa realizada por especialistas israelenses sugere que se sentir feliz e ter uma atitude positiva diante da vida pode ser uma arma eficaz na prevenção contra o câncer de mama.
 
A equipe, da Universidade de Ben-Gurion, afirma que mulheres que se dizem felizes têm menos chances de desenvolver a doença, enquanto as que viveram eventos traumáticos estão mais vulneráveis a desenvolver o tumor.
 
Os especialistas entrevistaram mais de 250 mulheres com idades entre 25 e 45 anos, diagnosticadas com câncer de mama.
 
As pacientes responderam a perguntas sobre sua atitude em relação à vida e se tinham passado por episódios tristes, como a morte de um membro da família ou outro acontecimento traumático.
 
Os resultados foram comparados com as de um outro grupo de voluntárias saudáveis.
 
Os cientistas observaram que as mulheres que se declararam mais otimistas tinham 25% menos chances de apresentar câncer de mama.
 
"Descobrirmos que o sentimento de felicidade e otimismo tem um efeito de proteção", disseram os pesquisadores.
 
Ainda segundo eles, um único evento traumático não influencia no desenvolvimento da doença, mais duas ou mais crises pessoais aumentam os riscos da doença em dois terços.
 
Os cientistas esclareceram que o fato de as entrevistas terem ocorrido pouco depois do diagnóstico pode ter levado as pacientes a darem respostas "mais nostálgicas e negativas sobre o seu passado".
 
Mas insistiram que vivenciar mais de um evento traumático é um fator de risco para o câncer de mama.
 
Os especialistas disseram, entretanto, que a ligação entre o estado mental e os sistemas imunológico e hormonal ainda não é clara e que outros estudos são necessários.
 
Pesquisas anteriores sugeriram que o estresse pode aumentar os níveis de estrogênio em mulheres, um hormônio que pode desencadear e alimentar o câncer.
 
Fonte: BBC Brasil

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